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Síndrome do impostor: o que é e como identificar nos colaboradores?

20 ago 2019

Síndrome do impostor: o que é e como identificar nos colaboradores?

“Estou aqui por pura sorte, pois não sou competente o suficiente”. Você pode nunca ter ouvido isso, mas algum de seus colaboradores pode ter esse tipo de pensamento sobre si mesmo ao sofrer da síndrome do impostor.

O quadro é sério e é por isso que sua gestão deve estar atenta aos possíveis sintomas desse problema, já que ele pode causar impactos na produtividade e bem-estar do profissional.

Continue a leitura e entenda como identificar a síndrome e como ajudar pessoas que sofrem desse mal.

O que é a síndrome do impostor?

Esse quadro é conhecido pela constante sensação de fraude por parte do indivíduo. Ele se sente deslocado e despreparado para estar na posição em que se encontra. Segundo estudos da psicologia, esse sentimento é experimentado por 70% das pessoas em algum ponto da vida.

A síndrome do impostor afeta pessoas em diferentes cenários, mas se manifesta em geral no ambiente corporativo, já que ali o profissional encontra desafios que não se sente apto a encarar.

Quem possui a síndrome pode trabalhar como um workaholic — um viciado em trabalho — para tentar estar sempre à frente do planejado e assim tentar compensar seu pensamento negativo.

Por outro lado, a pessoa pode acabar se autosabotando ou procrastinando serviços, por achar que vai falhar em uma situação ou por preferir que pensem que ela é lenta, ao invés de incompetente.

Apesar de problemas psicossociais serem complexos para identificação, é possível perceber comportamentos como:

  • negação frente a elogios;
  • descrença de que o sucesso de um projeto foi devido ao seu trabalho;
  • discurso de que conseguiu algo por pura sorte, não por merecimento;
  • insegurança ao precisar se relacionar com superiores;
  • medo de exposição;
  • resistência a novos projetos ou desafios.

Como esse quadro impacta o dia a dia no trabalho?

O bem-estar do colaborador é profundamente afetado por esse problema, já que ele se sente inseguro e desanimado. A síndrome do impostor é constantemente acompanhada por quadros de ansiedade e pode inclusive evoluir para uma depressão.

O impacto na produtividade do colaborador também é latente. Ele pode começar a apresentar faltas ou integrar os índices de presenteísmo, quando alguém comparece ao trabalho mas não produz satisfatoriamente.

Uma pessoa com a síndrome pode também deixar de lado a participação em novos projetos ou evitar dar ideias por achar que não vai ter um bom desempenho. Isso mina a performance da equipe como um todo.

Como a empresa pode ajudar?

Profissionais com síndrome do impostor são um quadro mais comum do que imaginamos e, para que organizações tenham equipes saudáveis, é preciso combater esse tipo de pensamento com ações de engajamento, incentivo e conscientização.

A gestão de uma empresa tem papel central nesse cenário, já que ela pode adotar medidas para garantir que quadros psicológicos como esse sejam tratados. Veja algumas iniciativas que é possível adotar:

  • acompanhamento psicológico para os membros do time;
  • uso de ferramentas digitais que motivem e inspirem os profissionais;
  • implementação de uma cultura do feedback;
  • sistema de reconhecimento individual e por equipe;
  • igualdade de salários entre homens e mulheres no mesmo cargo;
  • programas de coaching e mentoria.

Esperamos que este conteúdo tenha permitido que você entenda o que é a síndrome do impostor e como sua empresa pode ajudar colaboradores a mudarem esse quadro e alcançarem o potencial máximo. Certamente, isso vai ser benéfico para toda a corporação!

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